Nasajon Educacional
jun 122009
 


youtubeCompanhias de internet e de mídia que compravam start-ups começam a se desfazer dos ativos supérfluos aos seus negócios.

Muitas devem olhar analisar as empresas compradas durante os anos de bonança e decidir eliminar as que nunca se encaixaram muito bem com a matriz. Algumas dessas aquisições poderiam acabar de volta no mercado.

“Enquanto as 500 maiores empresas da Fortune orientam ou reorientam suas principais estratégias, estão decidindo se as aquisições de start-ups ainda são consistentes com essa estratégia”, afirma Dan Nova, um investidor de risco da Highland Capital.

Nos últimos meses, gigantes como Yahoo! e eBay começaram a fazer a faxina.

Como parte de uma estratégia de reviravolta, sob o comando da nova CEO Carol Bartz, o Yahoo! começou a cortar seus ativos não lucrativos, como o Geocities, que comprou em 1999.

A gigante dos leilões online eBay afirmou recentemente que irá cindir o Skype, uma empresa de VoIP que adquiriu por 2,6 bilhões de dólares em 2005.

Já a Time Warner anunciou que irá separar a AOL. Próxima à independência, a AOL também está colocando suas compras de empresas iniciantes, incluindo a rede social Bebo, em uma unidade distinta que irá buscar investimentos de risco ou será fechada se não conseguir levantar recursos.

Porém nem todos concordam que as estratégias de aquisição de empresas iniciantes estão ligadas à saúde econômica.

Para Mike Kwatinetz, um investidor de risco da Azure Capital Partners, companhias de internet muitas vezes erram porque cobiçam empresas novas sem olhar o quão bem a aquisição irá se encaixar nos seus negócios.

Mas por que as grandes empresas de internet tomam decisões de aquisição erradas? O analista Jeffrey Lindsay, da Bernstein Research, crê que a resposta implica uma combinação de fatores.

Por um lado, diz ele, empresas de internet têm pilhas de dinheiro à mão e pouca dívida. Acrescente a isso investidores de risco à espreita para empurrar a venda de empresas recém-formadas que ainda não geram lucro, e o frenesi ao redor de marcas como Twitter e Facebook, e o palco está feito para algumas ideias questionáveis.

Ele lista as compras do ICQ, Netscape e Bebo pela AOL; a aquisição do Flickr pelo Yahoo!; e a compra do YouTube pelo Google, para citar alguns exemplos de acordos que reduziram o valor das empresas.

Info Online



Pepe Lavandeira

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Administrador de Empresas com Pós em Administração de Empresas e Gestão de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, com experiência em formação de executivos, capacitação e aperfeiçoamento em ações estratégicas, através de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Consultor e Analista de Marketing Digital, fundador do GPN, gerador de conteúdo relevante sobre Gestão de Pessoas e Negócios em ambiente Web 2.0. Disponibilidade para atuar como consultor para projeção de marca (empresa) ou nome pessoal em mídia digital, bem como na elaboração e divulgação de cursos e treinamento.


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