Nasajon Educacional
jun 152009
 


executivaDesmotivação, falta de desafio, insatisfação salarial. Estes são alguns dos motivos que levam os profissionais a procurarem outro emprego. De repente, a proposta surge. Mas, diante desse cenário de crise econômica mundial, esta seria uma boa hora para trocar de emprego?

Na opinião do consultor do IDORT/SP, David Carlessi, o profissional precisa fazer uma avaliação bastante criteriosa, antes de tomar qualquer atitude.

“Em tempos de crise, o profissional precisa refletir sobre como está o mercado em que ele atua. Há uma redução da mão-de-obra? O mercado está estável? E a empresa que lhe ofereceu a proposta: está crescendo ou estável? A partir dessas respostas ele pode chegar a uma decisão”.

Critérios

O consultor revela também que, ao receber uma nova proposta de emprego, antes de pedir demissão, o profissional precisa analisar a sua carreira.

“Antes de dizer sim para uma oportunidade, a pessoa precisa responder a si mesma algumas perguntas, como, por exemplo, como está a sua carreira? A quanto tempo você trabalha na atual empresa? A nova empresa oferece um desafio profissional maior?”.

Sim ou não?

Carlessi alerta que trocar de emprego só pelo salário não vale a pena. Para ele, a nova proposta de emprego precisa oferecer oportunidade de crescimento profissional, desafios e benefícios diferenciados.

“A empresa que lhe ofereceu emprego incentiva o crescimento dos seus colaboradores? Oferece benefícios, como o pagamento de cursos e maior participação nos lucros? Compare a instituição que você trabalha com a da proposta!”.

Segundo o consultor, uma troca de emprego motivada exclusivamente pelo salário pode ocasionar uma frustração profissional.

Quando mudar?

Para Carlessi, não há um tempo determinado para a troca de emprego. O profissional pode permanecer 15 anos em uma mesma empresa e ter desafios.

“A troca de emprego deve ser feita quando o profissional se vê em uma rotina, ou seja, seu trabalho não oferece mais desafios e ele está na zona de conforto”.

Entretanto, o consultor faz uma ressalva: a troca constante de emprego é prejudicial à carreira, já que todo mundo precisa de um tempo de maturação para obter resultados e consolidar o seu trabalho.

Cuidado!

Para finalizar, Carlessi aconselha ao profissional que não faça uma troca de emprego de forma impulsiva. “Mesmo quem está procurando um novo emprego precisa analisar bem a proposta antes de aceitá-la, pois o mercado, agora, exige mais reflexão”.

Por Luana Cristina de Lima Magalhães – InfoMoney



Pepe Lavandeira

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Administrador de Empresas com Pós em Administração de Empresas e Gestão de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, com experiência em formação de executivos, capacitação e aperfeiçoamento em ações estratégicas, através de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Consultor e Analista de Marketing Digital, fundador do GPN, gerador de conteúdo relevante sobre Gestão de Pessoas e Negócios em ambiente Web 2.0. Disponibilidade para atuar como consultor para projeção de marca (empresa) ou nome pessoal em mídia digital, bem como na elaboração e divulgação de cursos e treinamento.


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